sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Teologia da prosperidade


Teologia da prosperidade, também conhecida como confissão positivapalavra da fé,movimento da fé e evangelho da saúde e da prosperidade, é um movimento religioso surgido nas primeiras décadas do século XX nos Estados Unidos da América. Sua doutrina afirma, a partir da interpretação de alguns textos bíblicos como Gênesis 17.7, Marcos 11.23-24 e Lucas 11.9-10, que os que são verdadeiramente fiéis a Deus devem desfrutar de uma excelente situação na área financeira, na saúde, etc...

Histórico

 pioneiro desse movimento foi o estado-unidense Essek. M Kenyon, enquanto o maior divulgador foi Kenneth Hagin, que influenciou a muitos pregadores nos Estados Unidos que ganharam reconhecimento mundial, como Kenneth CopelandBenny HinnDavid (Paul) Yonggi Cho, entre outros. A Partir dos anos 70 e 80, a teologia da prosperidade se estendeu a muitos paises, incluindo Portugal, onde se destacou Jorge Tadeu, fundador da Igreja Maná, e também o Brasil. Ao longo dos anos essa doutrina foi abraçada principalmente por igrejas neo-pentecostais. No Brasil, as maiores igrejas desse movimento são a Igreja Universal do Reino de Deus, do Bispo Macedo, aIgreja Internacional da Graça de Deus, do Missionário R.R. Soares, a Igreja Mundial do Poder de Deus, fundada pelo Apóstolo Waldemiro Santiago, também dissidente da Igreja Universal, a Igreja Apostólica Renascer em Cristo, fundada pelo casal Estevam e Sônia Hernandes, além da Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo, de Valnice Milhomens. Além destes movimentos e igrejas, existem também conferencistas intinerantes proclamadores desta doutrina, como Marco FelicianoPaulo Marcelo, entre muitos outros.


Defensores da teologia da prosperidade

Na história do movimento da prosperidade, Kenneth HaginKenneth Copeland,[4] e Frederick K. C. Price foram alguns dos mestres que fundaram essa doutrina. Correntemente, alguns notáveis proponentes da teologia da prosperidade são:[carece de fontes]





quinta-feira, 12 de maio de 2011

ISAIAS 58



Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados.
Todavia me procuram cada dia, tomam prazer em saber os meus caminhos, como um povo que pratica justiça, e não deixa o direito do seu Deus; perguntam-me pelos direitos da justiça, e têm prazer em se chegarem a Deus,
Dizendo: Por que jejuamos nós, e tu não atentas para isso? Por que afligimos as nossas almas, e tu não o sabes? Eis que no dia em que jejuais achais o vosso próprio contentamento, e requereis todo o vosso trabalho.
Eis que para contendas e debates jejuais, e para ferirdes com punho iníquo; não jejueis como hoje, para fazer ouvir a vossa voz no alto.
Seria este o jejum que eu escolheria, que o homem um dia aflija a sua alma, que incline a sua cabeça como o junco, e estenda debaixo de si saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aprazível ao SENHOR?
Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo?
Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres abandonados; e, quando vires o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?
Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará, e a tua justiça irá adiante de ti, e a glória do SENHOR será a tua retaguarda.
Então clamarás, e o SENHOR te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniqüamente;
E se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia.
E o SENHOR te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; e serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca faltam.
E os que de ti procederem edificarão as antigas ruínas; e levantarás os fundamentos de geração em geração; e chamar-te-ão reparador das roturas, e restaurador de veredas para morar.
Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres a tua vontade no meu santo dia, e chamares ao sábado deleitoso, e o santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias palavras,
Então te deleitarás no SENHOR, e te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do SENHOR o disse.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

FÉ !!!


É fácil aceitar no coração a crença em algo e viver dentro de uma perspectiva de espera, mesmo não enxergando qualquer indício de que realmente possa acontecer? Cristo por meio da sua graça infinita e de seu amor incondicional nos convida a vivermos assim, somos desafiados a plantar a semente da fé para no futuro colher os frutos das conquistas reveladas por Deus ao nosso coração.
Quem disse que seria fácil? “... o Reino dos céus é tomado a força, e os que usam de força se apoderam dele” MT. 11.12
 

Todos os dias somos desafiados a nos achegarmos cada vez mais perto Deus, e por Ele somos moldados a ponto de estarmos aptos a cumprirmos seus propósitos. Ser moldado faz parte do processo para aprendermos a avançar cada vez mais. Mas e quando não sabemos para onde ir? E quando parece que as respostas não são tão claras e objetivas? A vontade geral de Deus sobre nossa vida é expressa em toda sua Palavra, por meio de nossa crença nela seremos levados a entendermos a vontade específica para cada um de nós. “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” II TIM 3.16

Muitas vezes para realizarmos algo, ou para acreditarmos em algo colocamos a condição “eu farei..., ou acreditarei somente “se”"... Entre nós e Deus não pode haver a condição “se”. Seria bem conveniente para nós se Deus corresse a nos responder sempre de bandeja nossos pedidos de sinais grandiosos, com isso que benefício haveria para nós?... como disse o pastor: diante de uma situação como essa Deus quer que cresçamos, nós não temos que saber as repostas antes da hora, não temos que saber muitos por quês.
 

Deus quer que vivemos pela graça e a graça nos ensina a andarmos por fé. Ele diz: Se eu disser você não vai aprender a andar em fé, não vai aprender a confiar em mim! “Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.” Rom. 1. 17

Se soubermos todas repostas não saberemos andar por fé... Com todo nosso coração. Não alcançaremos a maturidade que Deus tanto deseja para nós, não nos entregaremos totalmente aos seus cuidados e não soltaremos toda nossa vida em suas mãos.
 

Quando nos desafiamos a vivermos em fé experimentamos a graça de Deus sobre nós a todo instante, não serão sinais estrondosos e radicais... Mas na leve brisa, nas pequenas coisas, na palavra de um irmão, um versículo que nos vêm à mente, uma canção que de repente toca, uma situação que acontece... Deus está nos guiando... Em fé. Não devemos ter apenas a esperança, temos que ter a fé que torna a esperança viva...Não é uma fé sem propósito, senão vira puro otimismo, mas é uma fé baseada em algo real que á a Palavra de Deus, esta é a base de nossa fé! É crer como a Palavra diz e pronto!

Não se esqueça: Deus nos vê através do nosso futuro e não através do nosso passado!
Deus nos abençoe,

FÉ SEM OBRAS OU OBRAS SEM FÉ?

 
A Preocupação de Tiago em escrever sobre esse assunto residia no fato de o Cristianismo estar se tornando, para alguns, um mero sentimento, apenas emoção. Isso também está ocorrendo em nossos dias: o mais importante é sentir, experimentar sensações e fazer afirmações de fé.
             
Você já ouviu falar num teólogo alemão, chamado Dietrich Bonhoeffer? Ele desenvolveu o conceito de “graça barata”, ou seja, um Deus bonachão, tipo Papai Noel, que só faz oferecimentos, deseja todo mundo feliz, risonho, sem que quaisquer exigências sejam feitas. Pensar num Cristianismo sem ação, sem frutos, sem provocar efeitos no mundo é “baratear” a graça de Deus! 
            
 Tiago insiste na necessidade de se viver a Palavra de Deus. E mostra, então, dois tipos de fé: uma útil e uma inútil. Quais são os dois personagens do AT que ele usa como exemplos?
            
Vamos iniciar pensando na fé inútil. Leia os versículos 14 a 20.  Tiago nos mostra que amor implica em prestação de auxílio, ação. Não adianta dizer “que Deus o abençoe” e nada fazer para auxiliar, estando em nosso alcance fazê-lo. Ajudar os necessitados da Igreja não é algo para Deus fazer. É para os próprios crentes fazerem! Não se trata também de auxiliar os outros para subornar Deus comprando seu perdão. É o contrário: Quem provou o amor de Deus deve ajudar seu irmão.
              
 Agora, atente para os versículos 18 e 19. Eles tratam de uma questão preciosa no judaísmo: a unicidade de Deus. Mas Tiago apela: “até os demônios crêem e tremem de medo”.  Veja em Lucas 8 como o endemoninhado gadareno se dirige a Jesus: 
 
Pois bem, crer na unicidade de Deus e aceitar que Jesus é Seu Filho é uma profissão de fé assumida até pelos demônios. Logo, não nos resta outra opção a não ser conhecer e praticar a fé autêntica (leia os vs. 21 a 26).
           
 Aparentemente são dois exemplos opostos: o pai da fé e uma meretriz. O que fez cada um deles?
             
Em Gênesis 12 a 22 lemos as incríveis provas pelas quais Abraão passou, tendo que deixar sua terra e até quase sacrificar seu único filho. Paulo, na sua epístola aos Romanos, capítulo 4, nos diz que Abraão foi justificado pela fé. Não há nenhuma contradição em Tiago quando este diz que a fé de Abraão se tornou perfeita por meio das ações, ou seja: as obras de Abraão aperfeiçoaram sua fé.
  
E Raabe? Lembra-se do que ela fez? Leia Josué 2. Ela escondeu os espiões hebreus que foram enviados a Jericó. Foi então sua obra que a salvou? Não! Sua obra foi conseqüência da sua fé. Eis a declaração de fé dela em Josué 2:11.
             
Raabe creu em Deus, na sua unicidade, no seu poder, por isso AGIU




LIBERDADE !!!

Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. João 8:36.

SOMOS REALMENTE LIVRES? QUE LIBERDADE É ESSA? E PORQUE OS HOMENS CONTINUAM COLOCANDO EM NOSSOS OMBROS ESSE JUGO PESADO?

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A BONDADE



A BONDADE
(Gálatas 5.16-25 )

Durante sua obra criativa, Deus fazia admiráveis pausas nas quais refletia sobre o que fizera. Diz a Bíblia que Ele classificou cada obra sua como boa. O resultado de Sua ação lhe proporcionava uma satisfação estética.
A palavra bondade na Bíblia se aplica àquilo que proporciona satisfação estética ou moral. No hebraico, a palavra para expressar este conceito é tobh, literalmente "agradável", "alegre". No grego, há duas palavras para traduzir essa idéia: a primeira é agathos (bom), que é o termo usado por Paulo para indicar o fruto espiritual da bondade; a segunda é kalos (belo), que tem a ver com harmonia.
Bondade, portanto, tem uma dimensão ética e uma dimensão estética. Na dimensão ética, significa viver de acordo com padrões elevados. Na dimensão estética, pode ser entendida como beleza interior.
A vida cristã é aquela vivida no Espírito Santo. Na verdade, a vida cristã só é possível no Espírito. Fora dEle, nossa vida é como a de qualquer pessoa.


A BONDADE DE DEUS
O salmo 33.5 diz que a terra está cheia da bondade de Deus. Esta bondade está presente na Sua criação.

O universo reflete a bondade de Deus. Eu gosto de ler as páginas sobre ciência nos jornais e revistas. Um dos temas que me fascina é a idade do cosmos. A cada dia aparece uma teoria nova, dando alguns bilhões a mais ou a menos para o nosso mundo. A sabedoria bíblica fala que tudo começou "no princípio". Os astrônomos querem datá-lo. Por isto, de vez em quando eles fotografam alguma estrela nascendo. É fascinante saber que ela está onde está há alguns bilhões de anos, mas só agora conseguimos fotografá-la porque só agora a sua luz pôde ser captada por algum telescópio gigante espionando o cosmos. Nós sabemos pouco sobre o cosmos, mas o pouco que sabemos mostra que nele está presente a bondade de Deus, bondade ordenadora, bondade harmonizadora.
O ser humano reflete a bondade de Deus. Alguns biólogos têm procurado uma explicação para a natureza humana. Contra a corrente dos que acham que os genes são egoístas, Matt Ridley escreveu um livro para mostrar um paradoxo: os genes, embora egoístas, são solidários para que possam sobreviver. O debate entre esses autores apenas confirma que a biologia não pode explicar a natureza humana, senão parcialmente. Recentemente, o mundo assistiu a frustração dos geneticistas encarregados de mapear os genomas humanos; sua conclusão foi patética: ainda não dá para entender a natureza humana. Nós sabemos pouco sobre a natureza humana, mas o pouco que sabemos mostra que nela está presente a bondade de Deus, bondade que injeta no homem o desejo de ser bom.
É por isto que o Espírito Santo produz bondade. Ele produz algo que a natureza humana deseja, mas não consegue produzir por si só. Deus, portanto, está presente no desejo do bem e está presente na capacitação para a prática deste bem.
Este desejo humano é uma decorrência da bondade de Deus. A Bíblia afirma a sua bondade como algo que dura para sempre (Salmos 106.1; 107.1; 118.1; 136.1; Jeremias 33.11). Diz mais ainda a Bíblia, agora pela boca do Filho Jesus Cristo, que só Deus é bom (Marcos 10.18; cf. Lucas 18.19)
Só produzimos o bem pela presença do Espírito conosco. Fora dEle, nossa inclinação é para o caos, não para a beleza; é para a maldade, não para a bondade. O caos e a maldade são naturais; a beleza e a bondade são espirituais.
Estamos sendo naturais ou espirituais?


A BONDADE HUMANA
O apóstolo Paulo apresenta três sinônimos para fruto do Espírito que guardam relação muito próxima entre si. Conquanto todas sejam produções do Espírito em nós e por nosso intermédio, são expressões com sentidos complementares mas distintos. São elas: amor, benignidade e bondade.
O amor é um sentimento a ser aprendido e que se caracteriza pela entrega incondicional sem espera pelo troco.
A benignidade é a qualidade que uma pessoa tem de fazer com que os outros se sintam à vontade em sua presença; tem a ver, portanto, com empatia e simpatia.
A bondade é uma virtude interior que inunda todas ações. A mais perfeita ilustração bíblica para a bondade é a parábola contada por Jesus acerca de um homem caído. Por ele passaram várias pessoas, entre elas duas que não eram boas. No interior deles não havia nada que as impelisse em direção àquele viajante caído e abandonado. Por ele, no entanto, passou uma pessoa boa. Sua bondade abafou-lhe a lógica, segundo a qual a imprudência daquele merecia ser punida como fora. Sua bondade libertou-lhe do medo das conseqüências e dos custos do seu gesto. Sua bondade livrou-lhe do sentimento de impotência diante de um quadro tão grave. Sua bondade falou mais alto que seus afazeres e seus compromissos. Os dois viajantes deram o que tinham para dar: nada, porque não eram bons. O terceiro viajante deu o que tinha para dar:
Há muitos crentes se comportando como os dois primeiros viajantes. Há muitos crentes que tocam suas vidas num plano apenas natural, sem produzir o fruto espiritual da bondade. Crente cansado de ser bom é crente que abafou o Espírito Santo na sua vida.
Ao contrário, a bondade deve estar presente nos Seus filhos. Nossa tarefa, como seres habitados pelo Espírito Santo, é encher a terra de bondade. Se não o fizermos, o mundo não terá como ver a bondade de Deus.


A MATRIZ DE NOSSA BONDADE
Pelo Espírito Santo, podemos produzir bondade, embora não sejams bons.

1. Produzimos bondade quando reconhecemos a bondade de Deus, que nele significa perfeição absoluta e generosidade completa. Este reconhecimento implica que este é o padrão que buscamos para nós mesmos. Se queremos produzir bondade, precisamos meditar na bondade de Deus. O nosso louvor deve ser parte desta contemplação. Quando exaltamos a Deus, contemplamos a Sua bondade. Diante dela, eis o que nos cabe fazer: meditar nela, esperando que ela nos penetre.
2. Produzimos bondade quando reconhecemos que a bondade Deus nos alcançou e nos alcança. Quando achamos que somos o que somos porque somos esforçados, não produzimos bondade. Ao contrário, quando nos lembramos que é a bondade de Deus que permite que estejamos vivos e ativos (Lamentações 3.22), nosso compromisso muda. Quando recordamos que Ele nunca se cansou de nós, nem se cansa de nós, nossa disposição muda.
3. Produzimos bondade quando deixamos de nos considerar os crentes-padrões. A nosso respeito, o apóstolo Paulo traça um retrato arrasador. Eu tomo o que ele escreveu sobre os judeus, porque se aplica completamente aos cristãos:
Se, porém, tu, que tens por sobrenome cristãos; repousas no evangelho; te glórias em Deus; conheces a sua vontade e aprovas as coisas excelentes, sendo instruído no evangelho; estás persuadido de que és guia dos cegos, luz dos que se encontram em trevas, instrutor de ignorantes, mestre de crianças, tendo no evangelho a forma da sabedoria e da verdade; porque (....) não te ensinas a ti mesmo? Por que tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? Por que dizes que não se deve cometer adultério e o cometes? Por qe abominas os ídolos e lhes roubas os templos? Por que tu, que te glórias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei? (Romanos 2.17-23)
O moralista tem dois pesos: um para si mesmo, brandíssimo, e outro para o próximo: severíssimo. O moralista produz justiça para os outros, nunca bondade, a não ser para si mesmo; bondade para si mesmo não é bondade, é auto-indulgência.

4. Produzimos bondade quando temos interesse em perfumar a terra com ela. Podemos pensar as nossas vidas como sendo frascos de perfume. Enquanto o perfume está fechado, não passa de um frasco de perfume. Ninguém sabe qual é o seu cheiro. Às vezes, o frasco é lindo. Às vezes, a marca é charmosa. Há muitos cristãos-frascos. Precisamos ser cristãos-perfumes.
Quando queremos perfumar a terra, nós nos desencapsulamos, nós nos desenfrascamos. É assim que damos o fruto da bondade. Se nos contentamos em ficar fechados em nós mesmos, não produzimos bondade.


Aqueles que vivem pelo Espírito devem encher a terra de bondade, de modo que o mundo veja a bondade de Deus.
De que estamos enchendo a terra?
Esperemos que de bondade. É dela que o mundo precisa. É ela que Deus espera de nós.